Quando Minha Esposa e Eu Nos Entregamos ao Prazer a Três
Nunca havíamos encontrado um homem bissexual que minha esposa simpatizasse — até conhecermos Jorge. O que começou como uma noite de curiosidade se transformou em uma experiência intensa, onde exploramos desejos ocultos, submissão e o prazer de compartilhar. Uma história sobre confiança, entrega e a emoção de viver fantasias proibidas.
1. A Chegada ao Motel: O Início da Noite
Estávamos no carro, eu dirigindo, enquanto Jorge e minha esposa se beijavam no banco de trás. Ela, safadinha como sempre, já havia tirado o pau dele para fora, acariciando-o com a mão e a boca.
Quando chegamos ao motel, Jorge já estava com o pau duro, para fora da calça. Era um pau bonito, comprido e grosso, com a cabeça vermelha e latejante. Nós dois nos agachamos e começamos a chupá-lo.
Às vezes, um de cada lado, lambíamos e cruzávamos nossas línguas como se estivéssemos nos beijando. Eu sugava a cabeça, enquanto ela chupava o corpo. Depois, trocávamos de posição, e ela engolia tudo enquanto eu lambia suas bolas.
Jorge gemia, apreciando cada segundo. Mas a posição ficou incômoda, então pedimos para ele tirar a roupa e ir para a cama. Nós também nos despimos.
2. A Dança dos Prazeres: Chupadas, Lambidas e Tesão
Minha esposa deitou ao lado de Jorge, beijando-o enquanto eu me posicionava entre suas pernas. Comecei a lamber o pau dele, de cima a baixo, dando beijos molhados na cabeça. Depois, o chupei com vontade, sugando como se fosse um sorvete.
A xoxota da minha esposa estava ali, molhada e convidativa. Assim que larguei o pau de Jorge, fui para ela. Chupei seu grelo, invadindo sua buceta com a língua, e depois voltei a lamber seu clitóris, usando apenas a pontinha da língua.
Ela gemia alto, balançando os quadris. Quando percebi que estava perto de gozar, voltei para o pau de Jorge, chupando e lambendo até que minha esposa subiu nele, encaixando seu pau na buceta.
No começo, ela ficou de cócoras, levantando e descendo os quadris. Depois, virou de costas para ele, ficando de joelhos. Nessa posição, eu podia lamber tanto a buceta dela quanto a parte do pau dele que ficava para fora.
De vez em quando, eu tirava o pau de Jorge e lambia com gosto, antes de metê-lo de volta na buceta da minha esposa.
3. A Submissão: Quando Me Entreguei ao Prazer Anal
Jorge se levantou e nos posicionou um de cada lado, metendo na nossa boca. Primeiro em mim, segurando minha cabeça e fazendo com que eu engolisse seu pau. Era grande, e eu quase engasguei, mas segurei firme enquanto ele bombava.
Depois, passou para a boca da minha esposa, que sofreu para engolir aquele cacete. Quando se sentiu satisfeito, disse que queria comer uma bunda.
Mandou-me ficar de quatro. Minha esposa passou KY no pau dele e no meu rego, depois ajudou a meter, afastando minhas nádegas.
Ele enfiou devagar, até a cabecinha entrar. Parou, esperando meu cu se acostumar. Depois, meteu tudo, até eu sentir os pêlos do púbis roçando na minha bunda.
Minha esposa se aproximou e cochichou no meu ouvido: — "Tá gostando da pica dele enfiada no seu cu, viadinho?" — "Tô adorando, adorando dar o rabo!" — "Eu sabia que você ia gostar dele metendo no teu cu. Você é doido pra dar esse rabo." — "Geme, geme alto pra eu ver que você tá gostando..."
Comecei a gemer, e o som ficava mais alto conforme ele aumentava o ritmo das estocadas.
Jorge queria que eu abaixasse a cabeça, empinando ainda mais a bunda. Minha esposa colocou dois travesseiros sob minha barriga, facilitando a posição.
Fiquei com a bunda bem levantada, e ele se inclinou sobre mim, metendo fundo no meu cu. — "Que delícia de cu... Geme, viadinho, geme com o meu pau enfiado no teu cu!"
Eu obedecia, gemendo cada vez mais alto, extasiado com aquele caralho arrombando meu cu.
4. A Cadeira Erótica: O Sanduíche Perfeito
Depois de um tempo, minha esposa sugeriu que fôssemos para a cadeira erótica. Eu me sentei, colocando os pés nos suportes, ficando totalmente exposto.
Jorge estocou forte, quase gozando. Mas ele queria esporrar na minha bunda enquanto eu comia minha esposa.
Ela se deitou na cama, abriu as pernas, e eu meti nela. Mal comecei o vai e vem, senti o pau de Jorge entrando no meu cu.
O sanduíche me deixou louco. Cada vez que eu metia na buceta da minha esposa, meu cu engolia o pau de Jorge. Ele gostou tanto que gozou, enchendo a camisinha.
Minha esposa começou a se masturbar, enquanto eu acelerava os movimentos. Ela gozou com um sorriso nos lábios, contraindo as pernas e arfando.
5. O Final: Gozo e Cumplicidade
Eu me deitei entre os dois e comecei a me masturbar. Eles não perderam a oportunidade: cada um meteu um dedo no meu cu, enquanto eu gozava, lambuzando de porra minha barriga e peito.
A noite terminou com os três exaustos, satisfeitos e sorridentes.
Fim