A traição anal consentida
Uma mulher incrível experimenta o sexo anal pela primeira vez com um novo amigo, enquanto o marido se acaba de prazer observando.
Eu sou loira, um metro e sessenta de pele clara, cinquenta e cinco quilos distribuídos em curvas que sempre chamaram atenção — principalmente a bunda, redonda e firme, minha marca registrada. Os olhos azuis e os seios médios, empinados, completavam o pacote. Quando jovem, odiava os olhares que queimavam minha pele na rua, os assobios, os comentários. Tudo me envergonhava. Hoje, encaro com naturalidade, mas naquela época, cada passo era um incômodo.
Meu marido e eu sempre tivemos liberdade na relação. Na cama, éramos ótimos juntos. Logo no início do casamento, ele tentou me penetrar pelo ânus, mas doeu, e eu recusei. Depois disso, nunca mais tocou no assunto, talvez com medo de me magoar. Transávamos quase todos os dias, e uma das fantasias que ele cultivava — e que, com o tempo, se tornou nossa — era o ménage à trois. Entre quatro paredes, sussurrávamos sobre como seria bom dividir a cama com outra pessoa, explorar desejos sem limites. Mas entre fantasiar e realizar, havia um abismo.
Eu era ciumenta. Extremamente ciumenta. Nunca aceitei, nem em brincadeira, a ideia de compartilhar meu marido com outra mulher. E ele sabia: se um dia me traísse, eu viraria um monstro. Mas a fantasia de um terceiro homem na nossa cama? Isso, sim, me excitava. E Rogério sabia disso.
Tudo mudou quando conhecemos Marcos.
Foi em um curso de vendas na cidade. Eu não trabalhava na área, mas acompanhei meu marido. Marcos era gerente de vendas de uma multinacional, contratado para implantar um novo sistema no estado. Mais velho que nós, moreno, um metro e oitenta, noventa quilos de músculos sob a pele bronzeada. Tinha um sotaque carioca delicioso, daqueles que fazem as palavras derreterem na boca. Quando chegamos, minha colega Kátia nos apresentou. Ela precisava resolver uns detalhes da organização e nos pediu para fazer companhia a ele por alguns minutos.
Marcos não tirava os olhos de mim.
Rogério percebeu. Quando Kátia voltou para levá-lo embora, meu marido cochichou no meu ouvido, irritado: "Você estava toda derretida, sorrindo como uma vadia." Respondi no mesmo tom, provocante: "Ué, o cara é gato. Não sou de ferro." Ele me lançou um olhar fulminante, e a conversa morreu ali.
A palestra terminou tarde, e saímos com fome. Fomos direto para uma pizzaria. Enquanto esperávamos a mesa, Kátia entrou acompanhada de Marcos e mais dois amigos. Ao nos verem, vieram em nossa direção. Rogério disfarçou o desconforto, rearrumou os lugares e os convidou para sentar conosco. Pedimos pizza e duas garrafas de vinho branco, gelado.
Meu marido, inicialmente quieto, foi se soltando. Descobriu que Marcos era primo de Kátia e que tinham muito em comum: ambos paulistas, torcedores do mesmo time, apaixonados por corrida, carros e filmes de aventura. Marcos contou que morava no Rio havia vinte anos — daí o sotaque — e que, aos quarenta e quatro, solteiro, tinha alugado um apartamento de cobertura na cidade.
O vinho fluía, e a perna de Marcos roçava na minha sob a mesa. Nas primeiras vezes, recuei. Depois, deixei acontecer. Ele esfregava a coxa contra a minha, coberta apenas pela minissaia curta. As encaradas eram constantes. Tentei apressar a saída, inventando que os filhos estavam sozinhos em casa, mas Marcos nos convidou para jantar em seu apartamento na semana seguinte.
No carro, Rogério dirigiu em silêncio. Em casa, deitados na cama, ele me perguntou se eu tinha sentido alguma coisa por Marcos. Não sei se foi o vinho ou a coragem que ele me deu, mas respondi: "Sim. Fiquei interessada." E completei: "Ele também ficou. Você viu como me olhava." Rogério não disse nada, mas me puxou para perto e transamos como há muito não fazíamos.
Três dias depois, Kátia ligou. Marcos tinha pedido nosso telefone. Ela não poderia ir ao jantar na sexta, pois viajaria a trabalho. À noite, ele ligou para minha casa e conversou longamente com Rogério. Anotou o endereço, prometeu confirmar. Quando meu marido desligou, notei algo estranho em seu olhar, mas não perguntei.
Na sexta-feira, ele me ligou do escritório: "Topa jantar na casa do Marcos?" Respondi que sim, sem hesitar.
Chegamos às nove da noite. Rogério vestia jeans e uma camisa branca. Eu caprichei: uma saia preta curta, blusa de seda rosa e roxa, tecido fino que grudava no corpo. Por baixo, apenas uma calcinha fio-dental cor da pele. Salto alto, daqueles que deixam a bunda ainda mais empinada. A roupa era indecente, e eu sabia disso.
O apartamento de Marcos era elegante, decorado com bom gosto. Fiquei surpresa ao perceber que éramos os únicos convidados. O desconforto durou pouco. Depois do primeiro cálice de vinho, já estava rindo de tudo. Meu marido e Marcos se entrosaram rápido, conversando sobre futebol, carros, viagens. Fui até a sacada e fiquei admirando a cidade iluminada. Sentia os olhos de Marcos em mim, percorrendo minhas pernas, minha bunda.
Meia hora depois, fomos chamados para jantar. A mesa estava impecável, e Marcos se revelou um excelente cozinheiro. Serviu um peixe delicioso, acompanhado de três garrafas de um vinho alemão caro. Depois do jantar, nos acomodamos na sala, de frente para a sacada. Um espelho enorme cobria uma parede inteira. Foi nele que vi meu rosto afogueado, os lábios entreabertos. Sabia que os dois queriam me foder.
Deitei no sofá macio. Rogério sentou em uma poltrona, e Marcos encheu nossos copos antes de se acomodar na outra ponta do sofá. A conversa fluiu para a vida de solteiro. Marcos sorriu, melancólico: "Às vezes a solidão aperta, mas ainda não encontrei minha alma gêmea." Rogério, irônico, perguntou o que seria essa alma gêmea para ele. Marcos me encarou e respondeu: "Primeiro, tem que ser linda, charmosa e sexy como a Lu. Depois, tem que acompanhar minhas loucuras."
Corei. Meu marido sorriu, sem graça, e quis saber quais eram essas loucuras.
"O casamento tradicional é uma merda", disse Marcos. "O ciúme, a posse, a rotina... Acabam com o tesão. As pessoas guardam seus desejos e vivem frustradas." Olhei para Rogério. Ele continuava sorrindo, mas havia algo de tenso em seu rosto.
"Nós não somos assim", respondi. "A gente apimenta a relação, não tem ciúme bobo."
Marcos olhou para meu marido: "Dá pra ver que vocês são liberais... Mas teoria é uma coisa, prática é outra. Vocês já experimentaram?"
Rogério hesitou: "A Lu é ciumenta. E a cidade é pequena. Não temos com quem dividir essas coisas."
"É, eu percebi", disse Marcos. "O pessoal aqui é careta. Mas gente como a gente precisa se unir, se proteger." Ergueu o copo: "Brindo a essa amizade."
Todos rimos. Marcos foi buscar mais vinho. Enquanto isso, Rogério me puxou pela cintura e começamos a dançar, colados um no outro. Quando Marcos voltou, estávamos enroscados, dançando devagar. Ele encheu nossos copos e sentou no sofá, observando. A iluminação tinha ficado mais suave, mais íntima.
Rogério sussurrou no meu ouvido: "Dessa vez, você não escapa." Sorri e respondi: "Quem disse que eu quero escapar?"
Ele me beijou, as mãos deslizando pela minha bunda, puxando a saia para cima. Senti seu pau duro entre minhas pernas. Desceu a boca pelo meu pescoço, quase expondo um dos meus seios. Entreabri os olhos e vi Marcos se masturbando por cima da calça, o volume do pau evidente.
O CD acabou. "Que pena... Agora que estava ficando bom", provoquei. Rogério foi trocar a música. Aproveitei para tomar mais vinho. Quando a música recomeçou, comecei a dançar sensualmente na frente de Marcos, rebolando, os quadris se movendo no ritmo. Ele não disfarçava mais a ereção. Estendi os braços: "Vem. Agora é sua vez."
Ele olhou para Rogério, que assentiu. Marcos se levantou, o pau duro esticando o tecido da calça, e me puxou para perto. Dançamos colados, seu pau roçando na minha barriga. Desci a mão e apertei seu volume, sentindo-o pulsar. Ele gemeu baixinho.
Em um impulso, puxei sua cabeça para baixo e o beijei. Sua língua invadiu minha boca, faminta. Desceu a mão pelas minhas costas, agarrou minha bunda e me puxou contra ele. Senti um calor úmido entre as pernas. Olhei para Rogério. Ele estava sentado no sofá, masturbando-se lentamente, os olhos fixos em nós.
Marcos desabotoou minha blusa e o sutiã, expondo meus seios. Lambeu os mamilos, primeiro um, depois o outro, enquanto suas mãos exploravam minha bunda por baixo da saia. O tecido escorregou até meus pés. Chutei a saia para longe. Rogério a pegou e levou ao rosto, cheirando.
Marcos me deitou no sofá e tirou a camisa. Seu peito era largo, os músculos definidos. Desci a mão até sua calça, abri o zíper e enfiei os dedos dentro da cueca. Seu pau saltou, grosso e quente. Comecei a masturbá-lo devagar, sentindo a pele aveludada deslizar entre meus dedos.
Rogério se aproximou por trás de mim e puxou minha calcinha para baixo. Senti seus lábios na minha nuca, descendo pela coluna até a bunda. Ele mordeu de leve uma das nádegas, depois a outra. Marcos continuou beijando meus seios, sugando os mamilos até doerem. Rogério tirou minha calcinha e a usou para envolver seu pau, masturbando-se com ela.
Marcos se levantou e tirou a calça e a cueca. Seu pau era enorme, curvado para cima, a cabeça brilhando de pré-gozo. Puxei-o para o chão e o deitei de costas. Ele estava sem camisinha. Olhei para Rogério, que disse: "Se quer viver a aventura, tem que ser sem proteção." Engoli em seco, mas o tesão falou mais alto.
Segurei o pau de Marcos e o guiei até minha boceta. Sentei devagar, sentindo cada centímetro me invadir. Estava molhada, mas ele era grande demais. Demorei mais de três minutos para engoli-lo por inteiro. Quando suas bolas bateram na minha bunda, comecei a rebolar, devagar, sentindo-o me preencher.
Marcos segurou minha bunda e abriu as nádegas. Enfiou um dedo na minha boceta, molhou-o nos meus fluidos e levou até meu cu. Começou a brincar com a entrada, pressionando de leve. Arqueei as costas, gemendo. Ele enfiou o dedo devagar, depois outro. A sensação era deliciosa.
Fiquei no senta-levanta por mais de quinze minutos, engolindo e soltando seu pau. Em alguns momentos, ele me segurava no alto, deixando só a cabeça dentro de mim. Eu gemia, implorando: "Não faz isso... Me fode direito." Então ele me puxava para baixo com força, enterrando-se até o fundo. A cada estocada, sentia meu corpo se abrir para ele, aceitando aquele pau que não era o do meu marido.
Perdi a noção do tempo. Gemia alto, sem vergonha. Rogério assistia, masturbando-se, o rosto vermelho de tesão. Marcos acelerou os movimentos, e eu gozei, meu corpo tremendo, a boceta apertando seu pau com força. Ele gemeu e gozou dentro de mim, enchendo-me de porra.
Caí sobre seu peito, exausta. Não sei quanto tempo fiquei ali, cochilando. Quando acordei, alguém tinha colocado uma almofada sob minha cabeça e um lençol sobre meu corpo. Minha boceta latejava, inchada e melada.
Levantei, coloquei a calcinha e fui até a sacada. Os dois estavam sentados, conversando como velhos amigos. Marcos me viu e sorriu. "Como está?", perguntou. "Melhor impossível", respondi.
Rogério se aproximou: "A noite é sua, amor. Aproveite."
Marcos me puxou para perto e me beijou, a língua explorando minha boca. Desci a mão até seu pau, já duro de novo. Ele sussurrou no meu ouvido: "Lu, você me deixou louco com essa bunda." Corei, mas respondi, safada: "Ah é? E o que você recebeu não foi suficiente?"
"Quero conhecer você inteira."
"Nunca fiz anal", confessei.
"Então serei o primeiro."
Ele me deitou na cama e me posicionou de quatro. Rogério sentou na cabeceira, observando. Marcos lambeu minha boceta, depois meu cu, a língua quente e molhada. Enfiou um dedo, depois dois, preparando-me. Eu gemia, implorando: "Me fode, por favor..."
Ele se posicionou atrás de mim, o pau duro pressionando meu cu. "Relaxa", sussurrou. Empurrou devagar, sentindo a resistência. Doeu um pouco, mas logo o prazer tomou conta. Quando a cabeça entrou, ele parou. "Tá doendo?", perguntou. "Não... Vai fundo."
Ele empurrou até o fim, o pau grosso me abrindo. Começou a meter devagar, depois aumentou o ritmo. Rogério se aproximou e enfiou três dedos na minha boceta, esticando-me ainda mais. Gemi alto, sentindo os dois me preencherem.
Marcos gozou dentro do meu cu, enchendo-me de porra. Caímos na cama, exaustos.
Vesti minha roupa e fui tomar banho. Quando voltei, os dois ainda conversavam na sacada. Chamei Rogério para irmos embora. Marcos me deu um beijo suave nos lábios: "Obrigado."
No carro, sussurrei: "Amor, não quero que fique magoado... Mas gozei tanto que achei que ia morrer."
Ele sorriu: "Viemos pra isso, não foi? Ficaria chateado se você não tivesse gostado."
"Eu não gostei. Eu adorei. Só fiquei triste por você não ter participado mais."
"Quem disse que não participei? Gozei vendo vocês dois."
Fechei os olhos, sonolenta, revivendo cada momento. Estava feliz. Muito feliz.
Fim