Corno Da casa 🔥🔥🔥🔥

A Conquista do Português

Um casal brasileiro em Lisboa aluga um quarto para um hóspede português, mas o que começa como uma simples necessidade financeira logo se transforma em um jogo de sedução e dominação. A Luciana, uma mulher forte e decidida, assume o controle da situação, usando o desejo do marido e a atração do hóspede para criar uma noite de prazer proibido. Entre calcinhas deixadas no lugar certo, fotos provocantes e confissões ao pé do ouvido, os três mergulham em uma dança de poder, submissão e gozo.

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1. O Hóspede Inesperado

O apartamento em Lisboa tinha um quarto sobrando e uma prestação que não cabia no meu salário. Foi assim que expliquei para a Luciana, e foi assim que ela aceitou alugar o espaço. Nenhum de nós mencionou a outra parte: eu queria vê-la com outro homem.

Luís chegou num sábado de manhã, com uma mochila nas costas e um sorriso que já dizia tudo. Trinta e dois anos, ombros largos, aquele sotaque português que arrastava as vogais como se cada palavra fosse um convite. Apertou minha mão com firmeza, a dela com cuidado, e notei que segurou os dedos dela um segundo a mais do que o necessário.

— "Fica com o quarto do fundo", eu disse. "A casa de banho é partilhada. Espero que não seja problema."

— "Nunca é", ele respondeu, olhando diretamente para mim.

Fechei a porta do quarto dele e fiquei parado no corredor, sentindo o coração bater como se tivesse acabado de assinar um contrato sem volta.

2. O Jogo das Calcinhas

Comecei pequeno. Uma calcinha da Luciana esquecida na beira do cesto, em vez de dentro. Depois, no varal do banheiro, no lugar onde a toalha dele ficava. Depois, no chão do corredor, a dois passos da porta do quarto dele, como se tivesse caído da pilha de roupa lavada.

Ela reclamou uma vez.

— "Guilherme, tem uma calcinha minha no meio do corredor."

— "Deve ter caído."

— "Duas vezes na mesma semana?"

Ela me olhou mais tempo do que a pergunta exigia. Não repetiu. Foi a primeira vez que tive certeza de que ela sabia. E a primeira vez que ela escolheu não dizer nada.

Na quinta-feira seguinte, encontrei a calcinha amarela dobrada de um jeito que a Luciana nunca dobrava, largada na borda da máquina de lavar. Peguei. Estava dura numa parte só, e não era água. Fiquei ali, no meio da lavandaria, com aquilo na mão, ouvindo o chuveiro dele ligado do outro lado da parede. Ele tinha coragem de devolver.

Coloquei de volta exatamente como estava.

A partir dali, parei de precisar inventar. Bastava não atrapalhar.

3. A Noite do Vinho e das Confissões

Numa noite de calor, a Luciana atravessou a sala com uma minissaia e uma blusa fina, sem sutiã, indo buscar água. Luís estava no sofá, fingindo assistir a um jogo na televisão. Não desviou o olhar quando ela passou. Não desviou quando ela voltou. Não desviou nem quando eu olhei para ele olhando.

Ela fechou a porta do nosso quarto e ficou de costas para mim, tirando os brincos.

— "Ele fica olhando", ela disse.

— "Fica."

— "E tu não dizes nada."

Foi uma afirmação, não uma pergunta. Deitei do meu lado da cama e a Luciana ficou sentada na dela por um tempo, no escuro. Ouvi quando ela riu baixinho para si mesma antes de deitar. Não perguntei do que.

O computador dele deu problema no fim daquela semana. Apareceu na cozinha com o ar de quem detesta pedir favor.

— "Não arranca. Preciso enviar uns arquivos para o trabalho amanhã."

— "Leva o meu", eu disse, e fui buscar o portátil antes que ele tivesse tempo de recusar.

Levei quinze minutos com o aparelho no colo antes de entregar. Não escondi as fotos. Deixei quatro delas na pasta de imagens, entre as fotos de praia e as do carro, com nomes de arquivo comuns, no lugar exato onde qualquer pessoa que abrisse a pasta esbarraria nelas. Luciana nua na nossa cama, de joelhos. Luciana rindo, com a boca ainda ocupada. Não são fotos que se explicam depois.

Entreguei o portátil e disse boa noite.

Ele passou dois dias diferente. Cumprimentava de menos, olhava de mais. Parava de falar quando a Luciana entrava. No terceiro dia, à mesa do jantar, eu me inclinei e beijei a Luciana na boca com calma, na frente dele, e disse que ela fosse indo, que eu já subia. Ela levantou, passou a mão na minha nuca e foi. Luís acompanhou ela até a porta com os olhos e depois olhou para o prato.

Fiquei com ele na varanda, com duas cervejas.

— "Namoro?", perguntei.

— "Poucas. Três, talvez. Mulheres, muitas. Namoro, poucas."

— "Portuguesas."

— "Portuguesas." Fez uma pausa. "Nunca estive com uma brasileira."

— "Nunca?"

— "Nunca." Ele riu, e o riso saiu curto demais. "É o que se ouve, não é? Que são diferentes."

— "São quentes", eu disse. "Muito."

Ele bebeu. A varanda dava para um pátio onde alguém lavava louça com a janela aberta. Eu ouvia a água correndo.

— "Posso dizer-te uma coisa?" Ele não esperou resposta. "Eu tenho um problema com isto. Com sexo. Penso nisso o dia todo. Não é vaidade, é…" Procurou a palavra e desistiu. "É um problema."

Foi aí que eu soube que já não precisava construir mais nada.

— "A Luciana está no quarto", eu disse.

Ele parou com a garrafa a meio caminho da boca.

— "Como assim?"

— "Está no quarto. À espera." Deixei o silêncio ocupar o espaço. "Ela sabe. Sabe desde o princípio."

Luís pousou a garrafa no chão da varanda com um cuidado exagerado, como quem não confia na própria mão.

— "E tu?", perguntou. "Não ficas…" Fez um gesto vago, que servia para ciúme, para vergonha, para tudo. "Não ficas mal?"

— "Fico excitado."

Ele me encarou por um tempo longo. Eu esperei. Já tinha esperado semanas, podia esperar mais um minuto.

— "As fotografias", ele disse por fim, sem tirar os olhos de mim. "No teu computador."

— "Eu sei."

— "Deixaste-as lá de propósito."

— "Deixei."

Ele soltou o ar pelo nariz, quase um riso, e passou a mão pela boca. Quando falou de novo, a voz estava mais baixa, e já não era a voz de quem pede desculpa.

— "Ela é linda, pá."

— "É", eu disse, e me levantei. "Vem."

4. A Rendição

O quarto estava escuro, mas não o suficiente para esconder o contorno do corpo dela debaixo dos lençóis. Luís parou na porta, hesitante.

— "Entra", eu disse, empurrando-o levemente.

Ele se aproximou da cama, os passos lentos, como se estivesse pisando em território sagrado. A Luciana estava deitada de lado, de costas para a porta, só de calcinha e sutiã. O tecido fino mal cobria o que importava.

— "Deita", ordenei.

Ele obedeceu, deitando-se ao lado dela. Por um segundo, nada aconteceu. Então, ela se mexeu, como se estivesse acordando, e encostou a bunda no pau dele. Luís prendeu a respiração.

— "Ela sabe que estás aqui", eu disse, puxando o edredom para expor os dois.

A cena era perfeita: ele, de bermuda e camiseta, ela, quase nua, encaixada no corpo dele. Ela começou a rebolar devagar, esfregando a bunda no volume que crescia dentro da bermuda dele. Luís gemeu baixinho, as mãos procurando onde se apoiar.

— "Beija a nuca dela", eu disse.

Ele obedeceu. A boca encontrou a pele dela, e a Luciana arqueou as costas, empurrando a bunda com mais força contra ele.

— "Agora vira ela."

Luís hesitou, mas a Luciana não. Virou-se de frente para ele, os olhos brilhando no escuro, e puxou a cabeça dele para um beijo. Não foi um beijo tímido. Foi um beijo de quem sabe o que quer, a língua invadindo a boca dele como se já fosse dona do território.

Eu assistia, o pau duro dentro da cueca, sentindo o calor subir pelo corpo. Era melhor do que eu imaginava.

Luís tirou a camiseta, expondo o peito peludo e os braços fortes. A Luciana passou as unhas pelo peito dele, descendo até a bermuda, e puxou o elástico para baixo. O pau saltou para fora, grosso, pesado, já completamente duro.

— "Chupa", ela ordenou, empurrando a cabeça dele para baixo.

Luís obedeceu, engolindo meu pau como se fosse o dela. A boca quente, a língua experiente, os lábios apertando com força. Eu gemi alto, sem me importar se alguém ouvisse.

A Luciana assistia, os olhos fixos nele, um sorriso satisfeito nos lábios.

— "Agora é a minha vez", ela disse, empurrando-o para trás e montando nele.

Ela não tirou a calcinha. Apenas afastou o tecido para o lado e encaixou o pau dele dentro dela com um gemido longo. Começou a cavalgar devagar, os seios balançando, os olhos fechados, a boca entreaberta.

— "Mais forte", ela ordenou.

Luís segurou os quadris dela e meteu com força, os gemidos dos dois se misturando no quarto escuro.

Eu não aguentei mais. Tirei a roupa e me aproximei, ajoelhando-me ao lado deles.

— "Chupa ele", ela disse, empurrando minha cabeça para o pau de Luís.

Eu obedeci. Engoli o pau dele até a garganta, sentindo o gosto salgado do pré-gozo, as veias pulsando contra minha língua. Enquanto isso, a Luciana continuava cavalgando, os gemidos ficando mais altos, mais urgentes.

— "Vou gozar", Luís avisou, a voz rouca.

— "Dentro", ela ordenou. "Quero sentir."

E ele gozou. Jorrou dentro dela com um gemido longo, as mãos apertando os quadris da Luciana com força. Ela gozou junto, o corpo tremendo, a boca colada na dele.

Quando ele saiu de dentro dela, o pau ainda meio duro, pingando a mistura dos dois, a Luciana se virou para mim.

— "Limpa."

Eu não hesitei. Ajoelhei-me entre as pernas dela e lambi cada gota que escorria, sentindo o gosto do gozo dele misturado ao dela. Depois, engoli o pau de Luís, limpando-o até não sobrar nada.

5. A Dominação da Luciana

Luís caiu na cama, exausto. A Luciana se levantou, nua, e foi até o banheiro. Antes de entrar, olhou para mim.

— "Vem."

Eu a segui. Ela abriu o chuveiro e puxou Luís para debaixo da água. Ele ainda estava de bermuda, o tecido molhado colado no corpo, o pau já começando a dar sinais de vida de novo.

— "Tira", ela ordenou.

Ele obedeceu, deixando a bermuda cair no chão do box. A Luciana se ajoelhou na frente dele, pegando o pau já meio duro na boca, chupando com força, como se quisesse provar que ainda tinha controle.

— "Agora é a minha vez", ela disse, levantando-se e virando de costas para ele. "Fode-me como se eu fosse tua."

Luís não precisou de mais incentivo. Empurrou-a contra a parede do box e meteu nela por trás, as mãos segurando os seios dela com força, os gemidos ecoando no banheiro.

Eu assistia, o pau duro de novo, sentindo o desejo crescer outra vez. A Luciana me olhou por cima do ombro, um sorriso malicioso nos lábios.

— "Quer gozar de novo?", ela perguntou a Luís.

— "Sim", ele gemeu.

— "Então goza na boca dele."

Luís saiu de dentro dela e se virou para mim. Eu me ajoelhei na frente dele, engolindo o pau já duro de novo, sentindo o gosto da boceta da Luciana ainda nele. Ele gozou rápido dessa vez, jatos quentes na minha garganta, o corpo tremendo com a força do orgasmo.

Quando terminamos, a Luciana saiu do chuveiro primeiro, enrolando-se numa toalha.

— "Vocês dois ficam aí", ela disse, olhando para nós com um sorriso. "Ainda não acabamos."

E saiu, deixando a porta do banheiro aberta.

Luís me olhou, ainda ofegante.

— "Ela é… intensa."

— "Ela sabe o que quer", eu disse, levantando-me. "E nós obedecemos."

Fim

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