# Como Começamos a Trocar de Parceiros

- Fonte: https://paginasproibidas.com.br/pt/conto/como-comecamos-a-trocar-de-parceiros
- Autoria: Redação
- Publicado em: 2026-08-18
- Idioma: pt
- Tema: Swing
- Tags: Orgia, Sexo oral, DesejoMasculino, Swing, Boquete
- Nota: 0.0/5 (0 avaliações)
- Palavras: 2691
- Classificação: adulto (18+), ficção

_Um homem se vê dividido entre o ciúme e o tesão ao ver sua namorada — linda, gostosa e liberal — transar com outros homens. Mas, ao lembrar de suas próprias escapadas secretas, ele percebe que a liberdade sexual pode ser o preço (e a recompensa) de um relacionamento baseado em cumplicidade, confiança e desejo. Entre incesto, trocas de casais e fantasias proibidas, o casal descobre que o verdadeiro prazer está em perder o controle — juntos._

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O Preço da Liberdade
Eu me sinto um corno quando a Suzana está com outro — mesmo com a minha aprovação. E quando ela não avisa antes? É o fim do mundo. Isso que dá namorar e casar com uma mulher linda, gostosa e liberal. Mas aí eu me lembro das minhas próprias escapadas, daquelas que ela nunca soube: amigas dela, primas, vizinhas… mulheres que nunca contariam. E então me vem à cabeça o refrão daquela música do Juca Chaves:

"Esta é a vida que eu sempre quis! Eu sou cornudo, mas eu sou feliz!"

Principalmente quando faço as contas e percebo que, no fim das contas, eu levo vantagem.

O Começo de Tudo
Isso aconteceu há muitos anos. Éramos um casalzinho jovem, que tinha começado a transar cedo. Nós dois éramos virgens. E foi assim, entre descobertas e brincadeiras de criança, que tudo começou. Só que, desta vez, os nomes são falsos.

Eu, o Luiz, e a Suzana nos conhecíamos desde crianças. Brincávamos de "beijo, abraço ou aperto de mão" — e, quando minha irmã cobria meus olhos e dava um toque, eu já sabia: era a Suzana, a Eda, a Marlene ou a Terezinha. E lá ia eu beijar uma delas, enquanto ignorava os irmãos, os vizinhos ou as meninas que não me interessavam.

O tempo passou. As crianças viraram adolescentes — e algumas, quase adultos. Novas amizades surgiram. Namorei a Regina, linda, mas um pouco fria. Depois veio a Terezinha, que me deu meu primeiro beijo de língua e, escondida do irmão, meu primeiro boquete. Mas ela se mudou, e eu acabei ficando com a Eda, uma loirinha de olhos azuis, safada pra caramba. Ela me fazia punheta, mas não deixava eu comer ela. Por quê? Porque ela tinha um caso com o próprio irmão. E foi aí que comecei a entender certas atitudes da minha irmã.

E a Suzana? Tinha sumido por anos, morando no exterior com os pais. Até que descobriu que eu gostava dela.

Mas, para não ficar sozinho, acabei namorando a Marlene. E como ela beijava bem! Que cheiro gostoso ela tinha! De shortinho largo, sem calcinha, e blusa branca aberta, sem sutiã, ela me mostrava — "sem querer" — a boceta depilada, os pelinhos aparados, os seios pequenos, mas com auréolas grandes e mamilos salientes. Uma delícia.

Começamos a namorar. Nos tocávamos. Até que, depois de semanas, ela me masturbava e eu a ela. Acho que estoure o cabaço dela com dois dedos — saiu sangue.

Estávamos apaixonados. Mas o irmão dela, o Marcos, descobriu. E fizemos um acordo: ele ficaria com a minha irmã, e eu com a dele.

Foi aí que percebi o quanto a Marlene era linda — e a minha irmã também. Porque, enquanto o Marcos tirava a roupa da minha mana, eu via seus peitos, sua boceta depilada… Minha irmã era um tesão.

E assim, os irmãos vinham em casa quando não tinha ninguém, e nós íamos na casa deles. Ou então para um hotelzinho velho, que era do pai da Terezinha, com uma área fechada para reforma. Eu, a Marlene, o Marcos e minha irmã — os quatro no mesmo quarto. O Marcos deixava minha irmã nua na minha frente, e eu fazia o mesmo com a dele.

Nesses encontros a quatro, só faltava o sexo explícito. Porque, com os quatro nus, cada um beijando e bolinando a irmã do outro, elas acabavam fazendo sexo oral em nós. Sempre a mesma coisa: a Marlene me beijava, eu chupava seus seios deliciosos, lambia sua boceta, e depois ela me fazia um oral até eu gozar na boca, nos peitos… O Marcos fazia o mesmo com a minha irmã.

Isso despertou algo em mim e na minha mana. Começamos a nos divertir em casa, quando nossos pais não estavam. Mas nada de contar para o Marcos ou a Marlene. Entramos no universo oculto do incesto — e, por sedução dela, estourei o cabaço da minha irmã. Ela adorou. E desde então, não paramos mais.

A Primeira Troca
Um dia, entre beijos, chupadas, bolinações e sexo oral, minha irmã e a Marlene nos surpreenderam: trocando de parceiros. Eu posso considerar isso como a nossa primeira troca de casais — mesmo que fosse com as próprias irmãs.

Isso durou meses. Já estávamos combinando a primeira foda entre os quatro — o babaca do Marcos ainda não tinha comido nem a minha irmã, nem a dele. Mas a reforma chegou naquela parte do hotel, e a Eda nos pegou em flagrante.

Como sabíamos do caso dela com o irmão, ela teve que ceder. Teve que dar para mim e para o Marcos, senão contaríamos seus segredos. Foi uma época de safadeza pesada.

Mudamos de bairro. As coisas pareciam ter esfriado. Mas eu continuava transando com minha irmã e me encontrando com a Marlene. Quase chegamos a transar pela primeira vez — até que a irmã mais velha da Marlene apareceu e nos pegou. Ela foi forçada a namorar outro cara, e eu não aceitei que tivesse cedido aos caprichos da família. Não a aceitei de volta, mesmo gostando dela. E até hoje lamento isso.

O Reencontro com a Suzana
Mas o destino tem seus planos. Nos mudamos para perto de onde a Suzana morava — ela tinha voltado do exterior. E, a partir do nosso primeiro encontro, já virou namoro.

Mesmo com as amigas dela dando em cima de mim, eu dava preferência a ela. Em questão de semanas, tivemos nossa primeira transa. Éramos virgens — pelo menos, ela achava. Deixamos de ser juntos. E o sexo passou a fazer parte do namoro. Ensinei a ela como fazer um boquete — ela adorou.

Mas não contamos a ninguém que fodíamos sempre que dava.

O Reencontro com a Marlene
Encontrei a Marlene em um shopping. Conversamos. Ela me levou para sua casa — não tinha ninguém. Disse que estava namorando um cara, mas ainda não tinham transado. Eu contei o mesmo.

Então, coube a mim estourar seu cabaço de vez. E gozar dentro dela. No íntimo, eu desejava que ela engravidasse.

Começamos a ter encontros sexuais esporádicos e secretos. E confesso: a química com a Marlene era diferente da que tinha com a Suzana. As duas eram tipos diferentes, que me complementavam. Mas eu sabia que corria o risco de perder as duas — ou de ambas aceitarem me dividir.

Seria possível?

Se tivesse que escolher na época, provavelmente ficaria com a Marlene. Ela fazia todos os meus caprichos e tinha uma química mágica. Mas a Suzana tinha atributos parecidos — só que diferentes.

O Grupo e as Primeiras Trocas
A Suzana e suas amigas — todas namorando agora — eram muito unidas. A Marlene, com seu namorado, o Marcos com a minha irmã… Todos foram recebidos no grupo. Começamos a fazer festinhas. No início, eram normais. Mas logo se transformaram em algo mais.

Cada casal se beijava, se acariciava… Algumas garotas até masturbavam os namorados na frente dos outros. E então, começamos a fazer sexo no mesmo ambiente, com nossos parceiros, na frente dos outros casais. Isso despertava tesão em todos.

Mas eu estava louco para foder a Marlene, a Cecília — amiga da Suzana — e outras. E a Suzana, em uma conversa, me confessou que também queria transar com outros para saber como era. Que várias amigas pensavam da mesma forma.

Elas combinaram que, por um tempo, só trocariam de parceiros para fazer boquete uma no namorado da outra. Até todas terem chupado as rolas de todos os participantes. Depois, partiriam para o 69 — e, quem sabe, um dia, uma troca total.

Puta merda. Minha angelical Suzana estava louca para chupar outras picas — principalmente a do cunhado (esqueci de mencionar que ela tinha uma irmã mais velha, a deliciosa Marina!) e a do Marcos, que namorava minha irmã — que eu também comia.

A Primeira Troca de Boquetes
Do sexo com os parceiros no mesmo ambiente para o rodízio de boquetes, foi questão de menos de um mês. Graças, principalmente, ao meu desejo de ver a Suzana chupando outras picas, sendo chupada por outros… e depois fodendo com todos os amigos. Isso me excitava pra caralho.

Mas quando começaram as trocas de boquetes, vi minha namorada chupando o pau de todos os amigos. Agora, éramos uma espécie de sociedade secreta: todas as garotas pagavam boquete para todos os caras.

E a sensação que ninguém esperava — só a Suzana e o Marcos — foi a minha irmã me chupar. Fomos os primeiros a ficar nus e fazer 69. Depois, o Marcos e a Suzana nos seguiram. Muitos ainda resistiam. Um casal saiu do grupo. Mas entraram mais quatro casais.

A iniciação das namoradas dos caras era chupar o pau de todos. E eu vi a Suzana chupando o caralho do cunhado enquanto eu era chupado pela Marina. Todos estávamos adorando aquelas safadezas.

Todas as nossas namoradas, noivas e companheiras chuparam o pau de todos os amigos. Isso nos levou a uma cumplicidade coletiva. E todas as garotas se tornaram parceiras de todos os rapazes — mas, fora daquele ambiente, éramos casais normais.

A Quebra de Acordo
Eu e a Suzana conversávamos sempre sobre nossas fantasias, nossos desejos. E ela, agora bem safada, me disse que ia foder com todos os nossos amigos se eu concordasse. Mas aí veio a bomba: o cunhado dela já tinha comido ela quando não tinha ninguém em casa.

"Epa! Quebra de acordo!"

Ela se desculpou por não ter tido tempo de pedir permissão. E disse que, então, eu estava liberado para meter em outra garota, mesmo que não fosse do grupo. Mas ela queria permissão para foder com o cunhado — mas avisaria antes.

Aquilo me soou como traição. Ela transou com outro sem permissão, quando ainda nem tínhamos feito troca de casais no grupo. Eu queria terminar o relacionamento na hora. Ela implorou por perdão,"Me dá um tapa, mas não me deixa!"

Eu saí. Voltei para casa. Pensei.

Se ela me traiu, mas me contou em seguida… e, por outro lado, eu fodia minha irmã sempre e não contava tudo para ela. E tinha a Marlene, com quem nos encontrávamos sem eu contar. Sem falar em duas amigas dela, a irmã e duas primas que eu tinha comido e não contado.

Ora! A corna era mais ela do que eu.

Achei melhor ceder. Ainda mais porque a Marina — irmã da Suzana — tinha engravidado (será que era meu?) e ia se casar. Isso apressou nossos primeiros swings.

E eu sabia que a Suzana iria realizar seus desejos: daria para todos os amigos e experimentaria todas as rolas disponíveis no grupo. E, com o tempo, eu sabia que a coisa não ia parar por aí.

O Primeiro Swing
Combinamos nosso primeiro swing em um Hotel Resort em Cabreúva, em uma ala de quartos e chalés mais reservados. Ainda mais porque as filhas do dono do hotel participariam da suruba. Eu já tinha fodido as duas: a casada e a noiva.

A orgia — ou swing, ou qualquer outro nome que se dê a uma sacanagem coletiva — começou com todos na sala de convenções reservada e fechada. Música alta, para os funcionários pensarem que era um baile, uma festa… e não ouvirem os gemidos de tesão e sexo em todas as suas formas.

Alguns levaram coisas levemente ilícitas — eu não concordo com isso, mas quem usa é trouxa.

Depois de começarmos as trocas e a Suzana estar sempre por perto, chegou uma hora em que nos perdemos em meio a tanta foda, DP, sexo selvagem…

E, mais uma vez, eu e minha irmã viramos o centro das atenções. Porque todos queriam ver os irmãos incestuosos metendo pra valer — e sem camisinha.

Minha surpresa foi ver a Marlene sendo fodida pelo irmão, o Marcos, enquanto a Suzana transava com um cara de um casal novato. Era muito tesão.

E quando minha irmã sentia que ia gozar dentro dela, me segurava com as pernas nos quadris. Enquanto ela sentia minha porra quente, sua boceta latejava com os orgasmos. Acho que acontecia o mesmo com a Marlene e o Marcos.

Ouvi algumas vozes baixas:

— "Que coisa de gente doente, irmãos metendo em irmãs! Onde já se viu!?" — "Olha só que tesão que dá ver irmão e irmã fodendo…" — "Se a minha irmã topasse, eu a comia!" — "Já comi minha irmã também… e uma prima!"

Mas as fodas continuaram, animadas. E, claro, tínhamos à disposição petiscos, salgados, bebidas, sucos, refrigerantes e até lanches sofisticados.

Fui tomar um suco e vi a minha Suzana fodendo com dois caras. Como era cabaço no cu e ela não gostava de anal, um deles só podia encostar no rabinho dela. Não senti um ciúme descabido — apenas um pequeno ciúme, com pitadas enormes de tesão e desejo.

Eu realmente gostava de ver minha namorada fodendo com outros. E ela gostava de me ver com outras.

O Desfecho da Noite
A suruba continuou até começarem a nos avisar que estava perto das 4h da manhã. Foram das 21h às 5h.

Todos se recolheram aos seus quartos ou chalés — vários em grupos de casais, de dois a cinco. A coisa ia continuar. Mas eu e a Suzana preferimos nos recolher a sós. Porque sabíamos que, há dias, nosso futuro estava sendo decidido naquele período. E precisávamos conversar.

A Conversa que Mudou Tudo
Conversamos muito sobre os prós e contras. E chegamos à conclusão de que abraçaríamos o liberalismo sexual — mas com responsabilidade, cumplicidade e dedicação.

Decidimos que não nos limitaríamos apenas ao grupo. Foderíamos com outros casais fora dele, e eles não precisariam saber. Porque já sentíamos que alguns casais achavam que só deveríamos fazer sexo com pessoas do grupo.

A conversa foi séria, profunda. E foi tamanho o nosso entendimento mútuo que decidimos ficar noivos em pouco tempo.

O Dia Seguinte
No dia seguinte, a coisa se repetiu. Alguns casais mais empáticos foram para os quartos ou chalés. Mas nós ficamos como organizadores, junto com as filhas do dono do hotel e seus namorados, o Marcos, minha irmã e a outra namorada gostosa dele, a Marina e seu noivo, e mais três casais.

Nos divertimos — e fizemos todo tipo de safadeza.

Enquanto eu comia a Nicole e a Cláudia, pude ver o Marcos metendo na boceta da Suzana. Enquanto a Marina e minha irmã lubrificavam o cu da minha Suzana para que o Gordon — noivo da Marina — penetrasse em seu rabo, tirando seu cabaço.

Ou seja: minha futura esposa seria arrombada pelo próprio cunhado.

Pensei em me levantar e separar. Mas o tesão me fez foder a Nicole mais forte — e ver a Suzana ser arrombada pelo cunhado, mesmo gritando de dor.

Por que não protestei ou evitei?

Fácil. A Suzana me contou que tinha certeza de que a gravidez era minha — mas o noivo dela pensava que era dele. E ela achou melhor ele arrombar a irmã como forma de compensação.

O que fazer? Concordei. E entreguei minha futura esposa para ser arrombada pelo próprio cunhado.

Afinal, foi ela quem começou a transar com ele sem me contar.

O Fim de Semana que Mudou Nossas Vidas
O fim de semana foi embora. E nossas vidas mudaram para sempre.

A Marina e o Gordon se casaram. Mas antes, eu comi o rabo dela.
O Marcos decidiu ficar com a minha irmã. E eu também arrombei minha mana.
A Marlene ficou noiva. O noivo nunca percebeu que ela não era virgem. Fui eu quem tirou seu cabaço, rompeu seu hímen e arrombei seu cu.
Eu e a Suzana ficamos noivos. Casaríamos em, no máximo, um ano e meio.
Outros casais continuaram no grupo. Amigas e primas da Suzana viraram minhas amantes secretas.
E eu e a Suzana começamos a ter outros parceiros de sexo, escolhidos a dedo.
E assim começou nossa vida liberal, safada e gratificante.

É verdade que fizemos sexo sem camisinha com outros parceiros — mas todos eram escolhidos a dedo, faziam exames médicos e cumpriam nossas exigências.

Mas mal sabíamos o que ainda estava por vir — principalmente no quesito de realizar nossas fantasias mais secretas.
