# A Noite em que Valéria Tomou as Rédeas

- Fonte: https://paginasproibidas.com.br/pt/conto/a-noite-em-que-valeria-tomou-as-redeas
- Autoria: Redação
- Publicado em: 2026-08-21
- Idioma: pt
- Tema: Fantasias Sexuais
- Tags: Oral, Casal, Fantasias, Jovens
- Nota: 0.0/5 (0 avaliações)
- Palavras: 1128
- Classificação: adulto (18+), ficção

_Valéria e Carlos não são um casal comum. Eles adoram o proibido, a adrenalina de serem observados, a emoção de transformar situações cotidianas em momentos de prazer intenso. Nesta noite em Sorocaba, Valéria toma as rédeas e ensina a um jovem recepcionista uma lição que ele nunca esquecerá. Uma história sobre poder, sedução e a arte de viver sem limites._

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1. O Convite e a Expectativa
O convite para o evento em Sorocaba chegou como um alívio. Carlos e eu adorávamos uma aventura, e aquela semana estava sendo um tédio só: reuniões intermináveis, conversas vazias e aquele clima de "obrigação social" que nos sufocava.

— "Vamos, amor. Precisamos de um pouco de diversão", eu disse, passando a mão pela coxa dele enquanto dirigíamos.

Carlos sorriu, os olhos brilhando com aquela malícia que eu tanto amava. — "Você já tem alguma ideia do que fazer por lá?"

— "Sempre tenho", respondi, mordendo o lábio. "E você sabe que eu adoro quando me observa enquanto outros babam por mim."

Ele apertou minha coxa, os dedos subindo devagar pelo meu vestido preto. — "Você é uma safada deliciosa, Valéria. E eu sou o homem mais sortudo do mundo por ter uma esposa que gosta de brincar."

2. O Jogo Começa
O evento era chato, mas o vinho era bom, a comida era farta, e eu estava decidida a transformar aquela noite em algo memorável.

Usava um vestido preto, justo, com um decote que deixava pouco para a imaginação. Carlos não tirava os olhos de mim, e eu adorava isso. Enquanto ele me observava, comecei a sussurrar em seu ouvido, descrevendo o que faria com ele mais tarde, como o provocaria, como o faria implorar.

— "Você está me deixando louco", ele gemeu, a mão subindo pela minha perna.

— "Ainda nem comecei", respondi, sorrindo.

Mas o que realmente me excitou foi perceber os olhares dos outros homens. Alguns discretos, outros nem tanto. Eu adorava ser desejada. E Carlos sabia disso.

— "Eles não conseguem tirar os olhos de você", ele murmurou.

— "Eu sei", respondi, passando a língua pelos lábios. "E você adora isso, não é?"

Ele não respondeu. Não precisava.

3. O Encontro com o Recepcionista
Já passava das duas da manhã quando decidimos ir embora. O apart-hotel era pequeno, mas aconchegante, e quando chegamos, a porta estava trancada.

Carlos bateu, e um garoto de uns 18, 20 anos abriu. Jovem, tímido, com aquele jeito de quem ainda está descobrindo o mundo. Ele se desculpou, explicando que estava cobrindo o turno da noite e tinha adormecido no sofá.

— "Tranquilo, amor", eu disse, tirando os saltos e deixando o vestido um pouco mais desarrumado. "A gente entende."

De propósito, ajustei o decote, deixando meus seios à mostra. O garoto engoliu em seco, os olhos grudados em mim.

Carlos sorriu, divertido. — "Ela gosta de ser admirada, sabia?"

O garoto ficou vermelho, sem saber onde enfiar a cara.

— "Vamos subir, amor", eu disse, puxando Carlos pelo braço. "Quero namorar um pouquinho com você."

O garoto gaguejou algo sobre estar à disposição e se afastou, mas eu sabia que ele não resistiria. E, pelo monitor de segurança atrás do balcão, ele veria tudo.

4. A Provocação no Elevador
Assim que as portas do elevador se fecharam, Carlos não perdeu tempo.

— "Você quis se exibir para ele, sua safada?", ele disse, puxando meu vestido para cima.

— "E você adorou", respondi, gemendo enquanto seus dedos encontravam minha boceta já molhada.

— "Ele vai ver você peladinha nas câmeras", ele sussurrou, mordendo meu pescoço.

— "Nesta idade?", eu ri, arqueando as costas. "Vai bater uma punhetinha com certeza."

Quando chegamos ao nosso andar, Carlos segurou a porta do elevador aberta e se ajoelhou. Com um sorriso malicioso, ele passou a língua pela minha boceta, bem devagar, sabendo que o garoto estaria assistindo.

— "Deliciosa", ele murmurou, antes de me puxar para fora.

5. O Convite Proibido
No quarto, não perdi tempo.

— "Bem que ele podia bater essa punhetinha aqui conosco", eu disse, deitando na cama de quatro, a posição que mais me excitava.

Carlos sorriu. — "Vamos ver se ele topa."

Ele desceu para "buscar água no frigobar", mas eu sabia qual era o verdadeiro motivo.

Enquanto esperava, me toquei, imaginando o garoto assistindo tudo pelas câmeras. Eu queria que ele visse. Queria que ele desejasse.

Poucos minutos depois, alguém bateu na porta.

6. O Garoto e a Lição de Prazer
Quando Carlos abriu a porta, o garoto estava lá, pálido, os olhos arregalados.

— "O… o senhor disse que o frigobar…"

— "Esquece a água", Carlos disse, puxando-o para dentro. "Você viu o que aconteceu no elevador, não viu?"

O garoto engoliu em seco, os olhos fixos em mim, nua na cama.

— "Vi… sim…"

— "E bateu uma punhetinha?", perguntei, sorrindo.

Ele ficou ainda mais vermelho.

— "Eu… não…"

— "Mentiroso", eu ri. "Mas tudo bem. Agora você pode ver ao vivo."

Carlos fechou a porta e se aproximou da cama.

— "Tira a roupa, garoto", eu ordenei. "Quero ver o que você tem aí."

Ele hesitou, mas a curiosidade e o tesão falaram mais alto. Quando tirou a calça, seu pau estava duro, uns 18 cm, grosso, pulsando.

— "Gostoso", eu murmurei, me aproximando. "Mas ainda mole. Vamos resolver isso."

Peguei seu pau e comecei a masturbá-lo, devagar, enquanto Carlos tirava a roupa.

— "Toma", eu disse, entregando o celular para ele. "Tira fotos nossas. Quero ver como você nos enxerga."

O garoto obedeceu, os dedos tremendo enquanto capturava cada detalhe.

7. A Lição de Prazer
Carlos se ajoelhou na cama e começou a me chupar, lento, profundo, como só ele sabia fazer. Eu gemi, arqueando as costas, enquanto o garoto assistia, se masturbando.

— "Goza pra mim, amor", eu pedi a Carlos. "Quero que ele veja como se faz direito."

Carlos não decepcionou. Ele me penetrou com força, metendo fundo, enquanto eu gemia alto, sabendo que o garoto estava assistindo.

— "Dose gostoso, amor", eu pedi. "Dose pra ele aprender como se come uma mulher de verdade."

O garoto não aguentou. Seu pau latejava, e ele gemeu, avisando que ia gozar.

— "Goza em cima de mim", eu ordenei. "Quero sentir sua porra quentinha."

Ele obedeceu. Jorrou tudo em mim, espirrando no meu rosto, nos meus seios, na minha barriga. Eu ri, lambendo os lábios.

— "Nossa, amor… que porra gostosa", eu disse, passando os dedos pelo meu corpo e levando à boca.

Carlos não resistiu. Gozou na minha bunda, misturando seu gozo com o do garoto.

— "Agora limpa tudo", eu disse ao garoto, apontando para meu corpo.

Ele hesitou, mas a vergonha já tinha dado lugar ao tesão. Ele se ajoelhou e começou a lamber, limpando cada gota.

8. A Despedida e a Promessa
Depois de mais uma rodada, o garoto estava exausto, mas satisfeito.

— "Eu… preciso descer", ele disse, se vestindo.

— "Claro", eu respondi, sorrindo. "Mas não esquece de bater uma punhetinha pensando em mim mais tarde."

Ele saiu correndo, e Carlos me puxou para seus braços.

— "Você é incrível", ele murmurou.

— "Eu sei", respondi, beijando-o. "E você adora isso."
